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Benedito Odilon Rocha

Benedito Odilon Rocha

Cadeira:32

Titular:Hélio Rocha

Status:

PATRONO DA CADEIRA 32- ODILON ROCHA(BENEDITO ODILON ROCHA), de Corumbá de Goiás, 07.04.1916, escreveu, entre outros, "50 ANOS DE POESIA"(1988). 
Seus filhos Hélio Rocha, Reinaldo Rocha, Ana Cláudia Rocha e Eduardo Rocha tornaram-se também respeitáveis jornalistas. Maria das Graças, Laila e Beatriz Rocha formaram-se professoras. Edgar Rocha tornou-se médico e Paulo Rocha formou-se engenheiro. 
Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 17, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, tendo sido titular Jaime Câmara, hoje(1998) ocupada por Antônio José de Moura. 
Jornalista, Escritor e Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Intelectual, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Cronista. Contista, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. 
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. 
Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa, entre as quais, A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. 
Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente, bem como no livro CONTOS E NOVELAS, de Graciliano Ramos. 
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles. 
Nasceu em Corumbá de Goiás, no dia 7 de abril de 1916. Filho de Francisco da Silva e de Eudóxia das Dores Rocha. 
Iniciou, em 1922, os estudos primários com sua mãe, concluindo na Escola Pública Estadual do Sexo Masculino, com a professora Ovídia da Costa Campos, em Corumbá de Goiás. 
Em 1929, tornou-se aluno interno do Ginásio Anchieta de Bonfim(Silvânia), onde funda, juntamente com Hélio Araújo Lobo, o jornal “VOZ JUVENIL”. 
Entre seus professores de literatura, na época, estava Vítor Coelho de Almeida. 
Já formado, retornou à sua terra natal, em 1937, tornando-se professor da Escola Pública Estadual e do Grupo Escolar João Mendes. 
Em 1939, com 23 anos, foi nomeado Secretário da Prefeitura Municipal de Corumbá de Goiás, casando-se no dia 15 de julho do mesmo ano, com Ana Valle, com quem teve os filhos acima referidos. 
Assumiu, em 1940, o cargo de Delegado Municipal de Recenseamento. Nos anos seguintes, deixa o magistério e a Prefeitura, fazendo-se comerciante de “secos e molhados”. 
Em 1947, foi eleito Prefeito Municipal de Corumbá de Goiás, renunciando ao cargo em maio de 1950, quando se mudou para Goiânia. Já na Capital do Estado, tornou-se funcionário do Ministério da Agricultura e da Faculdade de Filosofia, fundada por Dom Emanuel Gomes de Oliveira. 
Em 1952, com 36 anos de idade, concluiu o curso científico no Atheneu Dom Bosco, de Goiânia. 
Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1957, com 41 anos, na Faculdade de Direito da Rua 20, hoje pertencente à Universidade Federal de Goiás. 
Em 1964, tornou-se Assessor Jurídico da Delegacia Federal de Agricultura, em Goiás, aposentando-se nesta função no dia 12 de agosto de 1988, com 72 anos. 
No dia 25 de maio de 1990, com 74 anos, foi empossado na Cadeira 17, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, tendo sido titular Jaime Câmara, hoje(1998) ocupada por Antônio José de Moura. 
Um de seus contos, foi publicado no livro de Graciliano Ramos “ANTOLOGIA, CONTOS E NOVELAS”, 3º volume. 
Faleceu em 02 de setembro de 1990, com 74 anos de idade, enquanto sua esposa Ana Vale Rocha morreu oito anos depois, em 1998, com 75 anos de idade. 
Na Academia Goianiense de Letras é o Patrono da Cadeira 32, tendo como Titular, seu filho Helio Rocha. 
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

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